quarta-feira, 25 de junho de 2008

O Poder da Gentileza

Reflita com esta bela composição. Atreve-se a fazer a sua lista?


...Faça uma lista dos sonhos que tinha,
quantos voce desistiu de sonhar.
Quantos amores jurados para sempre,
quantos voce conseguiu preservar.

Onde você ainda se reconhece,
na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos voce jogou fora?...


...Quantas mentiras você condenava,
quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo,
eram o melhor que havia em você?

Quantas canções que você não cantava,
hoje assovia para sobreviver.
Quantas pessoas que você amava,
hoje acredita que amam você ?...


Pense nisso...e trate a vida com gentileza,para que a vida seja gentil com você.
Do mesmo modo,seja uma pessoa gostosa,para que a vida seja uma gostosura de ser experimentada !

(Texto retirado do Livro o Poder da Gentileza de R.Braga)

terça-feira, 10 de junho de 2008

Sua natureza é construir ou destruir?

Parece estranho essa pergunta,mas o fato,é que que todos nós temos nossas ferramentas e armas para lidar com diferentes situações da vida. Em alguns momentos,é necessário nos proteger , desse modo ,sempre buscamos finalizar o "inimigo" para que não corramos o risco dele levantar e nos atacar.Alguns ainda consideram que a melhor defesa,é o ataque.

O problema é quando levamos esse tipo de postura para nossos relacionamentos afetivos...

Ferramentas tem como função nos ajudar a construir,modelar,aparar arestas que podem nos machucar,e até reconstruir o que foi aparentemente quebrado...já as armas,pela própria natureza,foram criadas unicamente para a destruição,ainda que sua função inicial,seja a de nos proteger.

Por isso,quando desistimos de usar as ferramentas para reformar o que foi danificado em uma relação e passamos a usar armas para ferir o outro,seja com palavras,agressões , críticas , ou jogos de poder , ambos perdem...Como? Muito simples, ao usar as ferramentas,estamos mostrando que estamos dispostos a arrumar o que quebrou ,que queremos dar continuidade ao que nos inspirou a entrar nessa experiência. Seja lá qual for o tipo de relacionamento ; paixão, amor, amizade, familia, em todas elas seria ótimo se ao invés de deixarmos prevalecer nosso orgulho e vaidade, tivéssemos a humildade de reconhecer nossos erros...e ainda que não tenhamos errado ,que pudéssemos dar ao outro o benefício da dúvida,ou mesmo a chance de melhorar.

Afinal, cutucar ferida nao ajuda ninguem a se recuperar...não significa esquecer, e sim dizer ao outro,que apesar do que ele fez e que nos marcou e magoou,ainda estamos dispostas a perdoar e dar uma chance para que possamos caminhar juntos. Caso contrário,qual a finalidade ? Bastaria as pessoas errarem para desistirmos dela.

Não quero com isso,dizer que devemos aceitar tudo e dar uma de Poliana, e sim avaliar melhor, que tipo de instrumento devemos usar para cada ocasião. Se voce usa armas o tempo todo,talvez sinta que está se relacionando com o inimigo ,mas se lembrar de usar suas ferramentas internas para evoluir e melhorar algo que está defeituoso, as chances para um crescimento mútuo são grandes. Pois a pessoa que erra,quer sempre uma chance de provar que pode fazer melhor, e ás vezes o perdão, ou simplesmente a compreensão daquilo que foi vivenciado , serve como motivação para que o outro queira nos mostrar que assim como pode falhar,muitas vezes pode fazer coisas incríveis para alegrar nosso coração...ás vezes, deixamos que uma erva daninha seja maior que o jardim inteiro repleto de flores.

Já vivi minha fase "armada " e nenhuma delas me trouxe verdadeira satisfação,exceto o de me sentir isolada,hoje estou aprendendo a usar minhas ferramentas com sabedoria , e embora ainda dê umas marteladas no meu próprio dedo, devo dizer que é melhor do que viver na defensiva.